58 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DA CIDADE DE RIACHUELO- RN: CONHEÇAM MAIS DE NOSSA HISTÓRIA!

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Riachuelo é terra de sonhos, de homens e mulheres de bem; de um povo heróico, que não foge à luta. De um povo contador de histórias, povo que ainda mantém a força da palavra, mais valiosa do que um contrato escrito.

Parafraseando, João Guimarães Rosa, para quem ‘O sertanejo é, sobretudo um forte’, o Riachuelense é, sobretudo, um ser humano mais forte ainda, um brasileiro legítimo; um provinciano incurável, um cidadão avesso aos forasteiros; um amante de sua própria terra, a quem trata e considera como nobre pátria ancestral.

Riachuelo, eterna Terra do Queijo e das mulheres parteiras, que socorriam outras mulheres no pré e pós puerpério. Terra das calçadas e alpendres repletos de gente e estórias fantásticas. Cidade que tem nome de Rio que corre, que tudo flui, como dizia Heráclito, tudo flui como a vida, que assim é real, dramática, palpitante, mas feliz. 

Riachuelo dos cidadãos e cidadãs impetuosos, batalhadores, que arregaçam as mangas das camisas e partem para a luta. Riachuelo nostálgica das praças inquietas; das mocinhas “assanhadas” (risos) lindas de viver, que passeiam por suas ruas, com máscaras discretas, roupas atraentes e celulares nas mãos, em tempos sombrios do vírus maldito que veio da China. A Riachuelo do futuro desenha-se como esboço, apontando para novos horizontes. 

Riachuelo dos Arraiás do Povão e de peças teatrais de extraordinários talentos! Da linguagem popular, simples e compreensível, facilitadora da comunicação de sua gente. Riachuelo do Pórtico semelhante à entrada de Gramado; do Mirante da Serra da Formiga, do Mercado do Produtor, dos açudes, da Pousada Por do Sol etc…

Riachuelo dos idosos nas calçadas, com suas retinas que refletem um passado glorioso ou uma existência apática. Riachuelo dos sonhos, baseados na vida real, na vida presente, nos homens presentes.


 CONHEÇAM MAIS DE NOSSA HISTÓRIA: 


Foi o Ex-Ministro Aluízio Alves, nos idos de julho de 1960, quando era candidato a governador, segundo nos conta o livro “Sabença do Povo”, do escritor José Cândido Cavalcante (edição do Autor, Natal/RN: 2008), “em frente à casa de João Basílio, no final da manhã do segundo domingo de Julho de 1960, prometendo ao povo que, se eleito fosse, daria fórum de cidade ao povoado de Riachuelo.”

A promessa foi cumprida, Riachuelo alcançou o nome de cidade e, portanto, emancipação política, em razão da Lei nº 3.116, de 20 de dezembro de 1963, há 57 anos.
Sobre os participantes dessa história, o livro conta: “Em dezembro de 1963, em um domingo antes do Natal, na residência de Cândido Batista Cavalcante, na Fazenda Divisão, Manoel Gurgel se reuniu com alguns amigos, entre eles José Bento da Silva, Otílio Quirino de Araújo, Francisco José da Silva (Chico da Fazenda), Jovelino Costa, Manoel Nilo Batista, Cândido Batista Cavalcante, Francisco Caetano da Silva, conhecido por Sílvio Caetano – todos já falecidos; ainda: Francisco Basílio, Severino Aciole e Paulo Batista Cavalcante – que [alguns desses] estão vivos, com a finalidade de relembrar que a promessa do governador havia sido cumprida, e que por isso estava ali; para expor como seriam os limites do novo município e comunicar que o prefeito nomeado seria Cândido Batista Cavalcante e o candidato a futuro prefeito, Francisco das Chagas Basílio, pelo PDS.”

E nasceu Riachuelo, cidade emancipada, com seu povo simples, hospitaleiro, curioso, e a maioria dos cidadãos com a política correndo nas veias. Riachuelo dá passagem por onde passa a BR que vai para Mossoró; por onde passa o mundo.

Parabéns a todos os riachuelenses e que todos juntos, construamos uma nova história!

RIACHUELO ACIMA DE TUDO E DEUS ACIMA DE TODOS! TENHO DITO!

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