COM QUESTÕES IRRELEVANTES COMO “DIALETO SECRETO” LGBT, TEXTOS DE AUTORES COM PERSONALIDADE PSICÓTICA, O ENEM EXAMINA QUEM?

Ontem (04) foi realizada em todo país a prova do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), que substituiu o tradicionalismo vestibular nas universidades do país. A prova realizada foi a de “Linguagens, códigos e suas tecnologias e a redação” junto com a de “Ciências humanas e suas tecnologias”. 

O tema da redação novamente foi surpresa entre os candidatos que se preparam esperando algum outro tema que tivesse sido destaque na imprensa nacional, porém a banca surpreendeu com o tema “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados da internet“. 

Um tema bem atual e discutível, algo que merece uma atenção por parte dos usuários das mídias sociais. Hoje as empresas detém consigo uma variedade de informações referentes aos seus clientes e usuários que nós não conhecemos e somos surpreendidos quando recebemos uma ligação ou uma mensagem ofertando um determinado produto.
O público participante do exame também foi surpreendido com a elaboração de algumas questões que estão repercutindo na imprensa nacional e entre os participantes. A prova é elaborada por um “corpo técnico” que não sabemos se realmente é apto para elaborar uma prova tão concorrida. Qual a finalidade de colocar numa prova que testará o conhecimento dos alunos para entrar na faculdade uma questão sobre “dialeto secreto” de gays e travestis? 
A prova ainda teve outras questões que foram abordadas que deixaram os alunos participantes confuso. O texto usado foi um poema transcrito por “Stela do Patrocínio“. Algo tão confuso que ao terminar de ler, era necessário reler ao contrário para ver se conseguiam entender, não é pela complexidade do conteúdo, mas pela incompreensão do mesmo.
Ao pesquisarmos quem foi a autora do “poema”, descobrimos que Stela do Patrocínio foi uma brasileira nascida em 1941 no Rio de Janeiro e faleceu em 1997. Stela Diagnosticada com “personalidade psicótica mais esquizofrenia hebefrênica evoluindo sob reações psicóticas” viveu internada por quase 30 anos na “Colônia Juliano Moreira” que fora criado para abrigar pessoas classificadas como “anormais ou indesejáveis, doentes psiquiátricos, alcoólatras e desviantes. 
A educação brasileira vive um dilema que vem repercutindo nos índices que medem a qualidade do ensino no país. Hoje somos um dos piores países no ranking mundial na qualidade do ensino. Dentro das universidades públicas federais, alunos que vem do ensino básico “que se destacam”, entram na universidade federal e tem grandes dificuldades em acompanhar os conteúdos ensinados. 
As próprias universidades federais tem transformado pessoas comuns em seres humanos incomuns, seres que se dizem “pensantes”, mas na verdade foram contaminados por ideologias que as próprias universidades pregam. Uma cultura Gramsciana impregnada na mente dos jovens os quais ficam cegos ideologicamente. 

Será que o mercado de trabalho e o mundo dos negócios está pronto para receber esses jovens “críticos e seres pensantes”? Fica a pergunta! 
Por Wilson Lima.
Stela do Patrocínio. 

Colônia Juliano Moreira
Teoria de Antônio Gramsci
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