Redução da maior idade penal, Estatuto do Desarmamento, Experiência na Política! Entrevista do Capitão Styvenson ao Jornalista J. Regis. CONFIRA!

Na manhã de hoje, o Capitão Styvenson Valentim participou de uma entrevista no programa do J. Regis na 95fm e falou de pontos importantes que está em discussão no cenário político nacional. Foi uma entrevista comum, porém incomum ao qual as pessoas “normais” não estão prontas para ouvir devido as verdades que soaram com tom de “extremismo”.

O discurso bonito, falacioso e demagogo passou a ser nos dias atuais aquele discurso “coerente e verdadeiro”, porém na prática não passa de uma demagogia adotada pelos políticos tradicionais afim de conquistar o voto das pessoas “pela fala bonita e mentirosa”.

Em trechos da entrevista quando questionado “o porque tinha escolhido sair candidato ao Senado Federal e não ter começado como Deputado Estadual”, o Styvenson foi categórico em dizer que “política não era profissão”, que não era necessário fazer estágio na câmara ou ser funcionário fantasma do legislativo para ganhar experiência, referindo-se aos casos que acontecem frequentemente na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte.

“Gente, vocês tem que parar com isso de ver político como profissão, vamos ler o que está escrito na constituição e saber quais competências cabem a cada cargo, o que exerce e o que faz um Senador da República”.

No decorrer da entrevista um internauta pergunta qual seria seu pensamento sobre as pessoas terem acessos às armas e ele respondeu:

“Eu não posso proibir nada, desde que você esteja preparado para possuir uma, por mim você pode colocar uma ponto 50 dentro da sua casa. Não é apenas saber atirar, ter curso de tiro ou algo do tipo. É a mesma coisa de dirigir, muitos tiram a habilitação, mas psicologicamente você está preparada para dirigir um carro, pilotar uma moto? Nem todos estão, é a mesma coisa com o o porte de armas, não basta está preparado apenas com curso, seu psicológico tem que está preparado. Agora, as pessoas acham que porque podem ter acesso à armas vão poder portar, vão querer beber e intimidar as pessoas, isso não é brincadeira”.

Um outro ponto importante que perguntaram para o mesmo, foi se ele era a favor da redução da maior idade penal para 16 anos, ele explanou sua opinião dizendo que para se combater o tráfico, combater o uso de drogas dentro dos colégios ou qualquer ambiente deveria ter uma fiscalização e essa fiscalização deveria partir dos país, mas hoje infelizmente os pais fazem as crianças, matriculam em um colégio e mal conseguem ir numa reunião mercada pelo colégio. Falou que este combate se fazia com escola em tempo integral onde as crianças tivessem uma ocupação durante o dia com atividades escolares, trabalhos educativos e esportivos.

Isso traria uma redução grande no número de crianças que abandonam a escola desde cedo, na redução no número de usuários de drogas, no número de apreensões e prisões e redução na violência como um todo. Ele explicou que participa diretamente e tem acesso aos índices por meio do projeto social que desenvolve na Escola Maria Ilka, onde ele faz os comparativos nos números.

 Em outro ponto ele foi perguntado se a família apoiava a decisão dele entrar na política e ele afirmou “Não, minha família não apoia e eu não tenho vergonha de dizer que quem manda em mim é minha mãe e minha esposa. Não quero desestabilizar minha família por causa de política, mas se for para tal, eu prefiro desistir e continuar onde eu estou. Eu não estou entrando para disputar, são as pessoas que estão me escolhendo para o cargo”.

Ainda na entrevista o mesmo falou sobre Fake News, sobre apoio de outros políticos, ainda sim falou sobre fazer a junção do seu nome com outro político de carreira ou qualquer outro, o que não vai acontecer, pois, ele não irá pedir nem votos pra ele e nem pra qualquer um, pelo contrário, ele pedirá oração e proteção à Deus por que é uma decisão muito difícil.

Em toda entrevista o Capitão Styvenson Valentim convicto nas suas respostas, cientes do que é preciso ser feito, conhece dentro da legislação as competências que cabem a um Senador da República e como sempre verdadeiro em todos os aspectos. Porém nem todos conseguirão interpretar sua fala ou entender aquilo que expôs que está alinhado com seu pensamento atual e o que deveria ser o entendimento de muitos, já que as cobranças por melhorias dos serviços públicos partem dos cidadãos comuns, porém poucos sabem quais seus direitos e deveres.

Compartilhe:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *